04 fevereiro 2011

Só você

Eu adoro o brilho que surge no teu olhar quando ri. Adoro o toque da tua mão no meu ombro, indicando minha fraqueza, sua força. Odeio o jeito como me trata igual a uma criança, mas sinto que isso me faz bem. Eu sinto falta daquelas surpresas, você sabe que amo surpresas. Eu ando pela rua pensando em você, e nos conselhos que me dá, ou nas críticas camufladas que me faz. Reflito sobre coisas do coração, e odeio a parte de não saber definir o que há em mim. Não gosto muito do seu senso observador, você sabe cada uma das minhas neuróses, manias, vícios, pensamentos. O que me deixa braba é quando você fala sério demais, eu não sirvo pra conversas sérias. Nem sei se sirvo pra conversas. E não consigo achar nenhum ponto em que pensamos da mesma maneira, sempre nos enfrentamos de frente. Dois teimosos. E no final, você sorri, abaixa a cabeça e me olha, eu sorrio, sabendo que ganhei aquela e te dou um tapinha no braço. Você conhece meu orgulho. Idiota, é do que eu mais te chamo, mesmo eu sendo a idiota. Você me faz feliz, de verdade.

3 comentários:

  1. E no final nem importa quem está certo ou errado, mas apenas estar junto, o mais perto possível.

    Amei o texto.

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  2. Com esse post deu pra sentir a felicidade e o carinho que há entre os dois.

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  3. Sua linda. Primeiramente, muito obrigada pelo carinho de sempre. Você sabe, que mesmo por raro eu passar aqui. Sempre tento ver tudo que perdi, e sempre me maravilhando. Teu canto é lindo.

    Um beijo, e boa semana.

    v.

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